Uma jovem de 30 anos de idade, identificada pelo nome de Khecilini Vicente, encontra-se privada de liberdade, desde a semana passada, no distrito do Zumbo, província de Tete, indiciada de assassinar o próprio marido, queimar o cadáver e, em seguida, atirá-lo numa latrina, após permanecer com ele dois dias no quarto.

Segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM), o crime aconteceu na última quinta-feira última (30). A vítima, de nome Braiton Djamo, de 38 anos de idade, encontrou a morte em estado de embriaguez. A acusada contou que recorreu ao cabo de machado para desferir duros golpes contra o seu marido, durante uma briga no quarto. Alguns golpes atingiram-lhe a cabeça com gravidade, por isso, “não resistiu e morreu”.

Khecilini Vicente alegou que a intenção não era tirar a vida do seu parceiro, mas sim, defender-se de supostas ameaçar de morte iniciadas pela vítima, devido a ciúmes, uma vez que a acusava de ter uma relação amorosa com um cidadão, “o que não é verdade”.

A crueldade da presumível homicida foi de tal sorte que não só matou o esposo, como também queimou o seu corpo, à meia-noite, antes de atirá-lo numa latrina como forma de ocultar o crime. Ela disse que ficou com o cadáver no quarto durante dois dias porque tinha medo de ser descoberta e presa.

A Polícia já está ao corrente do facto e disse que foi a população que fez denunciou, depois de notar que Braiton Djamo estava desaparecido sem explicação alguma.

Fonte: @ Verdade