Dois moçambicanos e um malawiano encontram-se privados de liberdade, no distrito de Morrumbala, província da Zambézia, acusados de posse ilícita de uma arma de fogo do tipo pistola e tentativa de venda da mesma a um preço de 50 mil meticais.

Os acusados, com idades que variam de 20 a 30 anos, disseram, durante o interrogatório nas instalações da Polícia da República de Moçambique (PRM), que a pistola em alusão pertence a uma cidadã de nacionalidade malawiana, cuja identidade da mesma não se predispuseram a revelar.

Os supostos malfeitores caíram nas mãos da corporação na localidade de Gorro, posto administrativo com o mesmo nome, onde alegadamente procuravam compradores.

Enquanto a PRM procura esclarecer este assunto, um guarda afecto a uma empresa de segurança privada, na cidade de Quelimane, também está a ver o sol aos quadradinhos, por alegada conivência com bandidos.

Consta que o segurança abandonou a sua arma de fogo no local de trabalho e ausentou-se por algum tempo. Na circunstância, um grupo de malfeitores apoderou-se do mesmo instrumento bélico e assaltou um estabelecimento, onde causaram prejuízos avaliados em mais de 100 mil meticais.

Segundo o Comando-Geral da PRM, na semana finda foram recuperadas cinco armas de fogo, duas das quais do tipo pistola, e pelo menos 689 munições, das quais 685 para AK-47. E as restantes quatro para pistola.

Fonte: @ Verdade