Amostras laboratoriais de legionella no laboratório de Microbiologia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), que reúne o maior espólio de Legionella conhecido, Coimbra, 10 de novembro de 2014. São cerca de duas mil estirpes da bactéria. (ACOMPANHA TEXTO) PAULO NOVAIS/LUSA

O Instituto Angolano de Controlo do Cancro está sem realizar tratamentos de radio e quimioterapia, devido a uma avaria aos equipamentos, causada por uma quebra de energia elétrica, que Luanda vem registando há mais de um mês.

Segundo o diretor-geral do instituto, Miguel Fernando, é aguardada a chegada de técnicos sul-africanos, que deverão superar a avaria do referido aparelho.

Miguel Fernando referiu, em declarações hoje à rádio pública angolana, que se trata de um equipamento bastante sensível a variações de energia elétrica e no decorrer do ano são frequentes situações do género.

«Temos que mandar vir uma equipa de técnicos, que resolve (o problema) e essa equipa que resolve, até agora, vem da África do Sul. Às vezes tem havido problema com a variação de energia elétrica, que resulta nas avarias frequentes que temos tido», salientou.

O Instituto Angolano de Controlo do Cancro é uma unidade sanitária de referência no país, onde são realizados tratamentos, analises, consultas, diagnósticos, pesquisa e investigações sobre o cancro.

Os cancros da mama e do colo do útero são os tipos que lideram a lista de novos casos da doença em Angola.

Fonte: A Bola